Ninguém tem a certeza do amanhã, mas a incerteza do hoje incomoda muito mais.
Se hoje tudo está bem, a probabilidade do amanhã também estar é bem grande, mas se hoje as coisas não tem relevância, embasamento, raizes, e segurança a incerteza do amanhã quase se torna em uma certeza de dias piores.
Nem sempre o que é belo, o que tem aspecto agradável é o que se tem de melhor. Acho que o melhor é como já disse Cazuza em uma de suas músicas "a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida". É a sorte da reciprocidade rara.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
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