"Cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade."
Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
AMO VOCÊ
Amo você pelo momentos felizes que me proporcionou, simplesmente por estar ao meu lado. Pelos risos bobos que já dei por sua causa, pelo bem estar que tenho ao ver sua linda presença chegando. Pelos abraços apertados, pelos beijos molhados, pelos olhares ousados.
Amo você pelo tempo que convivemos. Pelos gozos na calada da noite. Pelo prazer do seu toque. Pelo aconchego do seu corpo.
Amo você por ter feito me sentir viva e manter aceso em mim o desejo que surgiu “naquela festa”.
Amo você porque faz com que meus sentimentos se tornem latentes, pelo arrepio que sinto quando me toca, e pelo frenesi que sinto quando meus olhos não vêem nada além de sua pele.
Amo você porque me agrada o seu sorriso, seus dentes e boca, porque me encanta o cheiro de seu corpo, de seus cabelos, de seu hálito e de seu sexo.
Amo você isso é fato, quer queira quer não, quer queiram ou não. Longe ou perto. Mesmo com um ponto final na nossa história. Porque o mais importante é que ela existiu e isso ninguém poderá mudar. O passado e a lembrança sempre existiram dentro de mim, e nada melhor do que nossa memória para reviver os sentimentos, seja fechando os olhos e imaginando ou num sonho.
Aconteça o que acontecer, NADA e nem NINGUÉM vai me tirar os momentos que já vivi, os prazeres que já senti, as declarações que já ouvi, nem iram tirar de você o que você melhor puder guardar de mim, meus sentimentos e minha adoração, e todos momentos que lhe dei de satisfação.
Amo você com a pobreza da minha condição, com todos obstáculos e com a sinceridade e a pureza da minha alma.
Amo você pelo tempo que convivemos. Pelos gozos na calada da noite. Pelo prazer do seu toque. Pelo aconchego do seu corpo.
Amo você por ter feito me sentir viva e manter aceso em mim o desejo que surgiu “naquela festa”.
Amo você porque faz com que meus sentimentos se tornem latentes, pelo arrepio que sinto quando me toca, e pelo frenesi que sinto quando meus olhos não vêem nada além de sua pele.
Amo você porque me agrada o seu sorriso, seus dentes e boca, porque me encanta o cheiro de seu corpo, de seus cabelos, de seu hálito e de seu sexo.
Amo você isso é fato, quer queira quer não, quer queiram ou não. Longe ou perto. Mesmo com um ponto final na nossa história. Porque o mais importante é que ela existiu e isso ninguém poderá mudar. O passado e a lembrança sempre existiram dentro de mim, e nada melhor do que nossa memória para reviver os sentimentos, seja fechando os olhos e imaginando ou num sonho.
Aconteça o que acontecer, NADA e nem NINGUÉM vai me tirar os momentos que já vivi, os prazeres que já senti, as declarações que já ouvi, nem iram tirar de você o que você melhor puder guardar de mim, meus sentimentos e minha adoração, e todos momentos que lhe dei de satisfação.
Amo você com a pobreza da minha condição, com todos obstáculos e com a sinceridade e a pureza da minha alma.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Um poema de Florbela Espanca inpiração do meu dia de hoje!!!!
MINHA DOR
A você
A minha Dor é um convento ideal
Cheio de claustros, sombras, arcarias,
Aonde a pedra em convulsões sombrias
Tem linhas dum requinte escultural.
Os sinos têm dobres de agonias
Ao gemer, comovidos, o seu mal...
E todos têm sons de funeral
Ao bater horas, no correr dos dias...
A minha Dor é um convento. Há lírios
Dum roxo macerado de martírios,
Tão belos como nunca os viu alguém!
Nesse triste convento aonde eu moro,
Noites e dias rezo e grito e choro,
E ninguém ouve...ninguém vê...ninguém...
A você
A minha Dor é um convento ideal
Cheio de claustros, sombras, arcarias,
Aonde a pedra em convulsões sombrias
Tem linhas dum requinte escultural.
Os sinos têm dobres de agonias
Ao gemer, comovidos, o seu mal...
E todos têm sons de funeral
Ao bater horas, no correr dos dias...
A minha Dor é um convento. Há lírios
Dum roxo macerado de martírios,
Tão belos como nunca os viu alguém!
Nesse triste convento aonde eu moro,
Noites e dias rezo e grito e choro,
E ninguém ouve...ninguém vê...ninguém...
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
sexta-feira, 25 de julho de 2008
É bem verdade quando dizem que "nada melhor do que um dia após o outro", hoje depois de alguns meses posso dizer que o tempo me ajudou e muito a superar o que achei ser insuperável.
Não há algo melhor do que você se sentir leve, do que você perceber que aquela pessoa que muito significava para você, já não te abala mais como antes.
Fico muito feliz por isso!
Não há algo melhor do que você se sentir leve, do que você perceber que aquela pessoa que muito significava para você, já não te abala mais como antes.
Fico muito feliz por isso!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
A Hora Íntima - Vinicius de Moraes
Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: – Nunca fez mal…
Quem, bêbedo, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: – Rei morto, rei posto…
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: – Foi um doido amigo…
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançará um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: – Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: – Não há de ser nada…
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?
Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Assinar:
Postagens (Atom)